sexta-feira, 20 de abril de 2007

Pesos da gravidez

As regras na alimentação estabelecidas
na gravidez devem satisfazer as necessidades qualitativas e quantitativas da grávida, precavendo o aumento de peso, para além do recomendado.
Em geral, é fisiológico um aumento de peso na ordem dos 11 – 15 kg, estando estes valores dependentes do índice de massa corporal da mulher antes de engravidar.


Para saber mais detalhadamente sobre este assunto, consulte o artigo nesta página.

quinta-feira, 19 de abril de 2007

Recomendações

Como em qualquer plano alimentar, também este deve ter por base os Hidratos de Carbono (55 – 65% do valor energético diário), importantes fontes de fibras, vitaminas e minerais. A este grupo pertencem alimentos como as leguminosas, o pão, arroz, massas e batata, assim como os frutos e hortícolas.
As Proteínas (15% do valor energético diário), devem ser ingeridas sob a forma de carne, peixe, ovos, produtos lácteos e leguminosas, sendo estas últimas uma fonte importante de proteínas de origem vegetal.
Os Lípidos devem ser consumidos com moderação (20 – 30% do valor energético diário), devendo dar preferência ao azeite, para temperar e confeccionar os diversos pratos.
Relativamente às bebidas, a água deverá ser o líquido de eleição, devendo ingerir 1,5L a 2L diariamente, de modo a garantir uma hidratação adequada.

As calorias que interessam!

Durante a gravidez é compreensível que as necessidades calóricas estejam acrescidas, pelo que o consumo alimentar aumenta, nomeadamente a partir do segundo e terceiro trimestres. Este consumo deve resultar de pequenas quantidades de alimentos, ingeridos com maior frequência, evitando-se o excesso.
Independentemente das necessidades, o dia da grávida deve compreender 5 a 6 refeições diárias (pequeno-almoço, merenda da manhã, almoço, lanche, jantar e ceia), com 2h30m a 3horas de intervalo entre elas, o que permitirá uma ingestão alimentar fraccionada durante dia, prevenindo assim o aparecimento de obesidade.
Comer com peso e medida!

sábado, 7 de abril de 2007

quinta-feira, 29 de março de 2007

Continuando com a suplementação…

Já mencionamos que a grávida pode apresentar défices de certos nutrientes, como as vitaminas os minerais. Quando tal se verifica, e tendo em vista o pleno desenvolvimento do bebé, é aconselhável tomar um suplemento vitamínico e mineral, que deve ser receitado por um profissional de saúde. A mãe deve ter o cuidado para não ultrapassar a dose recomendada, de modo a não colocar em risco o equilíbrio do seu organismo e o do bebé.
De entre os vários suplementos, destacamos os mais comuns, o ácido fólico e o ferro.
Em relação ao ácido fólico, podem consultar o post 1º Passo: Ácido Fólico. Relativamente ao ferro, as recomendações são cerca de 30 miligramas de ferro por dia, principalmente durante o 2º e 3º trimestre de gravidez, não descurando o papel dos alimentos ricos neste mineral. A exemplo, temos as miudezas e as carnes vermelhas magras, feijão, vegetais de folha verde escura e frutos secos, entre outros. O sumo de laranja deverá, igualmente, fazer parte da alimentação da grávida, uma vez que ajuda o organismo a absorver o ferro contido nos suplementos e alimentos atrás referidos.
Salientámos estes suplementos, pela sua importância no tratamento e na prevenção da anemia, situação muito frequente durante a gravidez.

quarta-feira, 28 de março de 2007

Vitaminas e Minerais na Gravidez

Como temos vindo a divulgar, a alimentação, independentemente do nosso estado fisiológico, deve assegurar todas as necessidades nutricionais. Mas, como já referimos relativamente ao ácido fólico, pode ser necessária as suas suplementações.
A toma regular de um suplemento minerovitamínico, preferencialmente desde o momento em que a mulher começa a planear a sua gravidez até ao final da amamentação, atravessando todo o período de gestação, pode, e em muitos casos deve mesmo ser, uma realidade. A ingestão de alguns elementos essenciais, como ácido fólico, magnésio, ferro, cobre, zinco e iodo, entre outros, potenciará uma gravidez mais segura, bem como o saudável desenvolvimento do feto.
Contudo, nunca parta para a suplementação sem o conselho especializado.

terça-feira, 27 de março de 2007

1º Passo: Ácido Fólico

Depois de mencionadas algumas das relações entre a alimentação e a infertilidade, passaremos a abordar a alimentação na gravidez.
Salientamos, desde já, a importância de uma vitamina – o ácido fólico.
Está reconhecido o papel do ácido fólico no desenvolvimento do tubo neural do bebé, estando o seu défice associado à Spina Bífida. Esta é uma malformação em que a coluna não fecha apropriadamente durante as primeiras semanas de gravidez e o bebé nasce com deficiências graves.
Um estudo britânico refere, ainda, que a presença de ácido fólico na dieta de uma mulher grávida contribui para que tenha bebés com mais peso e mais saudáveis.
Esta vitamina pode ser encontrada em maiores quantidades em alimentos como os brócolos, feijão, lentilhas, espinafres e produtos à base de farinha integral.
Porém, durante a gravidez as necessidades de ácido fólico estão acrescidas, daí que se recorra à suplementação. O estudo anteriormente mencionado aponta para a importância das mulheres aumentarem a sua ingestão de ácido fólico logo desde o início da gravidez, havendo, mesmo, quem defenda que o este deve ser tomado não apenas aquando da gravidez, mas sempre que exista a possibilidade da mulher engravidar.